domingo, 11 de dezembro de 2011

Gojira - A Sight to Behold (Live at Vieilles Charrues Festival 2010)



(TRADUÇÃO)

Refletindo-nos no sangue de todos os seres que matamos
Nos desentendendo, sem controle nos mantemos
Há um mistério, estamos diante de um aspecto a ser visto
Isto é o que fazemos do mundo, nós jogamos tudo fora

A maneira como todos se comportam não é compreensível
É tão triste ver a riqueza de nosso planeta desaparecer
Todos nós nos comportamos como crianças, tirando a cabeça do nosso ursinho de pelúcia,
Para ver o que está dentro, podendo, não voltar atrás
Nós drenamos os oceanos e sugamos todo o sangue para fora do solo
Passamos o tempo que nos resta, lutando e matando uns aos outros
Desejo pelo conforto, o entretenimento se torna uma obsessão
E há tanto tempo para matar

A maneira como vejo as coisas é tão simples
O fato de que estou andando de pé sobre esta terra
Exausto é o reino da natureza, os amigos estão morrendo
As criaturas que vivem ao nosso lado
Do jeito que eu me vi, tão confuso tão sofisticado,
Eu tenho que ficar longe de mim
Mas eu ainda não consegui entender
O que vale a pena destruir todos os mundos
Tente não ficar mais nisso

Você se queima, põe fogo pelo bem
Morremos de olhos fechados, cavamos a nossa própria sepultura
Jogado no fogo nu sobre a chama
Perdido e sem orgulho, afogado na sujeira
A serpente gigante está vindo para comer as nossas cabeças
E o dilúvio vai nos matar, Mantus está crescendo sob

A maneira como vejo as coisas é tão simples
O fato de que estou vivendo nesta terra morrendo
Exausto é o reino da natureza, os amigos estão morrendo
As criaturas que vivem ao nosso lado
Do jeito que eu me vi, tão confuso tão sofisticado
Não tem que ficar longe de mim
Mas eu ainda não consegui entender
O que vale a pena destruir todos os mundos

Tente não ficar mais nisso [4x]


Gojira - Flying Whales (Live at Vieilles Charrues Festival 2010)



Banda francesa de death metal


(TRADUÇÃO)

Águas de caos
Invadiram todo o espaço
A enchente na Terra novamente
Devo achar as baleias
Que outrora nos guiaram
Para terras secas de vida
Não me desesperarei
Eu romperei esta escuridão em todo redor

Sob o pesado oceano
Eu procurarei o vôo das baleias

Abaixo dos oceanos eu pesquisei
E tive uma visão diferente
De nós na Terra:
Os navios naufragados do homem
Mas além das estrelas
Encontrei o lugar
Onde elas estavam
E elas finalmente vieram à luz

Sobre os ventos
Elas residem na luz
Como a flecha no céu
Encontrei-me em terras mais elevadas
Daqui de cima
Para vê-las em vôo

Agora consigo ver as baleias
Miragens fora do escuro
Como flechas no céu
Não consigo acreditar em meus olhos
Mas é verdade

Um túnel imenso termina em luz
Como nuvens elas se reúnem
Vejo formas massivas de carne
Nadadoras gigantes no líquido
A mais poderosa vem até mim
Estou na asa, bem aberta
Elas me ensinam como voar
Movendo-se vagarosamente no ar
Elas dançam

Tanto dito sem palavras
Presença poderosa apenas para discursar
Respiro

Sobre os ventos
Elas residam na luz
Voam